Fui votar à hora do almoço, como sempre faço quando há eleições.
Neste dia de sol, felizmente a chuva deu-nos tréguas, regressa na próxima semana, "permitiu" que fossemos votar.
Contudo, pela primeira vez desde que voto, vi os corredores da 1ª à 7ª secções de voto, sem filas.
Voto na 7ª, estavam três pessoas à minha frente.
Sempre vi filas grandes. Achei estranho.
Lá fora, o movimento era razoável, mas nada que se comparasse com eleições anteriores.
Ainda pensei perguntar a um dos membros da mesa de voto, amiga do meu irmão, como esteve a afluência às urnas durante a manhã.
Desisti.
No momento de votar, com uma lista cheia de fotos de rostos desconhecidos, foi por estas que procurei o candidato.
Confirmei o nome e ficou lá a x.
Pensei nos idosos, na dificuldade que teriam, ou terão, em encontrar o seu candidato.
Os portugueses ainda têm alguma relutância em exercer o seu direito e dever de voto.
E não nos queixemos da percentagem de abstenções. "É o candidato que sempre ganha".
Aguardo a noite de hoje, dia 18 de Janeiro, este que é o Dia Internacional do Riso.
Será que só um candidato vai rir?
Rir é o melhor remédio.
E hoje, já me ri.

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